PROJETO Associação Científica de Psicanálise


    O PROJETO é uma instituição psicanalítica que nasceu em 1996 a partir do desejo de um pequeno grupo de profissionais de criarem um espaço no qual pudessem veicular e difundir a Psicanálise, espaço inexistente, até aquele momento, na região. Com isso, buscavam propagar a psicanálise como um instrumento útil para pensar e intervir, tanto na clínica como nos fenômenos sociais e da cultura. A ideia tomou forma em um projeto concreto com a fundação oficial do PROJETO - Associação Científica de Psicanálise, uma associação civil, sem finalidades lucrativas, que agrega membros e associados, tendo sido fundada por Dóris Maria Wittmann dos Santos, Francisco Carlos dos Santos Filho e  Luciana Oltramari Cezar.

    A instituição tem como finalidade promover, transmitir e difundir o pensamento psicanalítico, formando uma comunidade científica produtiva em Passo Fundo e região. Trabalha para tornar a psicanálise um instrumento vivo e útil para pensar e intervir tanto na clínica como no laço social e nos fenômenos da cultura.

    Para aproximar a Psicanálise da comunidade em geral, os membros associados realizam diversas ações de interligação com outras áreas de conhecimento, assim, fazem publicações em jornais locais, e eventos como: a Série dos Porquês; Circuitos de Cinema, Cultura e Psicanálise; Canjas e Canjicas de Cultura e Psicanálise; a Série Te Conto Um Conto; e encontros das Séries "Problemáticas" e "Dialogando Sobre...". Além de desenvolver encontros com professores em parceria com o Jornal Diário da Manhã, denominados "DM na Sala de Aula" . Assim, fazendo parcerias, faz circular a compreensão psicanalítica quanto aos fenômenos do cotidiano.

    Conta ainda com Núcleos de trabalho nas áreas da Educação, Pesquisa, e de Trabalho e Subjetividade, bem como atividades internas de seminários de cunho formativo para profissionais e estudantes e outras abertas à comunidade, sempre visando a inserção social da psicanálise e integração entre o nosso afazer e a concepção de que as intervenções na cultura, educação e nas áreas médicas afins sejam intervenções concretas que resultem na ampliação das possibilidades de compreensão do mundo e dos recursos simbólicos da comunidade e na produção de subjetividade.


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